ATUALIZAÇÃO JURÍDICA

Corregedor do DF abre fórum sobre direito notarial em Brasília

Corregedor do DF abre fórum sobre direito notarial em Brasília Corregedor do DF abre fórum sobre direito notarial em Brasília

Evento na OAB-DF reuniu especialistas para discutir temas do extrajudicial e lançou um guia prático sobre extrajudicialização.

Redação Jornal de Brasília

18/08/2026 20h09

Divulgação TJDFT

O corregedor da Justiça do Distrito Federal, desembargador Arnoldo Camanho, participou na manhã desta terça-feira, 18/8, da mesa de abertura do XVI Fórum de Integração Jurídica de Direito Notarial e Registral, realizado no auditório da OAB-DF. O evento foi promovido pela Escola Nacional de Notários e Registradores (ENNOR), em parceria com o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/CF), com apoio da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (ANOREG-BR) e da Confederação Nacional de Notários e Registradores (CNR).

Na abertura, o magistrado destacou a importância de encontros técnicos voltados à discussão de instrumentos capazes de tornar os serviços extrajudiciais mais acessíveis, modernos e sustentáveis, além de alinhados aos valores constitucionais. Também participaram da solenidade o juiz Pedro Yung-Tay Neto, auxiliar da Corregedoria, e Pacífico Marcos Nunes, gestor da Coordenadoria de Correição e Inspeção Extrajudicial do TJDFT, que atuou como moderador de um dos painéis temáticos.

O fórum teve como objetivo promover o diálogo e o intercâmbio de conhecimentos entre magistrados, notários, registradores, advogados, integrantes do sistema de justiça, estudantes e outros profissionais, para debater temas atuais do Direito Notarial e Registral. Durante o evento, foi lançado o Guia Prático para a Extrajudicialização.

Na programação, foram discutidos assuntos como mediação e conciliação no Direito Extrajudicial, práticas de busca e apreensão no extrajudicial, REURB, recuperação de crédito em cartórios de protesto, a atuação do Registro Civil no fortalecimento do Direito de Família e da cidadania, e o uso da ata notarial em procedimentos como usucapião e adjudicação compulsória.

Em sua fala, Arnoldo Camanho afirmou que o diálogo entre instituições aproxima o Direito das necessidades concretas do cidadão e defendeu que a atuação correcional deve combinar firmeza na preservação da legalidade, da ética e da eficiência com abertura à inovação. Ele também ressaltou que a atividade extrajudicial é um mecanismo de cidadania, eficiência, pacificação e confiança pública, além de afirmar que a tecnologia deve servir à confiança, à privacidade, à transparência e à segurança jurídica.

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Fonte: Jornal de Brasília

Nota editorial: esta notícia tem caráter informativo e pode sofrer atualização. Consulte fontes oficiais antes de tomar decisões jurídicas.

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